ESCOLHAS

 

Esta semana estive conversando com um amigo e falávamos a respeito de como é importante estarmos atentos e alertas em nosso dia a dia, às escolhas que fazemos. As situações que surgem são muitas e bem variadas. Muitas também são as possibilidades de fazermos escolhas acertadas ou não. Dependendo do que escolhermos fazer ou de como iremos reagir diante das situações, vivenciaremos os desdobramentos destas escolhas.
Apesar de outros estarem atrelados a muitas das nossas escolhas, quem mais se beneficiará com elas ou não, seremos nós mesmos. As consequências vão desde um simples lamento pelo que foi feito sem pensar direito, às dores enormes e sofrimentos profundos. E, logicamente, as boas escolhas, sentiremo-nos felizes e contentes!
Quando estamos atentos aos nossos atos e comportamentos e principalmente quando refletimos antes de agir ou de reagirmos à situação, as chances de conseguirmos fazer uma escolha melhor aumenta consideravelmente.
E qual a importância de termos esta atenção em nosso modo de agir e de reagir?
A importância de trazermos para o nosso dia a dia as boas ou más consequências.
Quando estamos bem, tudo fica mais fácil e simples. A vida fica mais divertida.
As dificuldades adquirem menor tamanho e volume.
Temos mais disposição para os enfrentamentos das dificuldades que naturalmente surgem em nosso caminho. Quando, porém, além destas dificuldades naturais acrescentamos mais dor e sofrimento que poderiam ter sido evitados, temos um sentimento de lamentação e muitas vezes até de raiva com a gente, por não termos tido a paciência necessária para refletirmos melhor e termos podido fazer outra escolha.
Podemos escolher a arte do permitir, por exemplo. Permitir que os outros sejam diferentes da gente. Permitir que os outros façam diferente da gente, do que faríamos. E isto numa boa!
Podemos escolher a paz. Quem escolhe a paz não sai por aí brigando e nem fazendo conta e questão de todas as coisas. Quem escolhe a paz, escolhe a tolerância, escolhe o calar, escolhe abrir mão da razão e de ganhar sempre. Podemos escolher a alegria. Quem escolhe viver com alegria, escolhe a leveza das situações. Escolhe rir dos erros e falhas que cometeu e ainda comete.
Escolhe rir de si mesmo.
Podemos escolher o amor.
Quem escolhe viver com este sentimento, reconhece-o em todas as pessoas, em todas as situações e em cada acontecimento da vida. Desta maneira, comporta-se de forma mais amorosa com as pessoas. Torna-se uma pessoa mais doce, mais suave e mais paciente. Compreende as limitações de cada um e aceita com ternura o tempo de cada individuo, inclusive o próprio tempo e as suas próprias limitações.
Podemos escolher a honestidade. Viver com honestidade é ser franco, claro e simples. É adotar um comportamento coerente com fazer tudo sem desejar
“se dar bem” ou “ganhar alguma coisa a mais” pelo que está fazendo de correto.
O ganho estará no sentir-se bem consigo mesmo e no bem que estará fazendo aos outros.
Podemos escolher o perdão.
Quem faz esta escolha vive sem o peso do seu passado. E antes de perdoar os outros, precisa perdoar a si mesmo pelas falhas que cometeu. Escolher o perdão é compreender que por vários motivos e razões, não conseguiu fazer diferente e/ou melhor, seja quem for. Quem escolhe o perdão, escolhe se libertar do passado e vive a partir de então, no momento presente de sua vida. E no momento presente poderá fazer escolhas mais positivas, mais condizentes com o viver bem.
Enfim, refletir antes de agir e de fazer qualquer escolha, sempre será a melhor opção. Muitas complicações e dificuldades poderão ser evitadas através da consciência da importância das nossas escolhas e isto, no momento de fazê-las!
A todas e todos, desejo um novo tempo de boas escolhas.

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