DIVERSOS

Geraldo Ferraz, responsável pelo programa Quartas à quatro na União Brasileira de Escritores – Recife. Na foto com Taciana Valença, diretora Social da UBE e responsável pela edição da Revista Perto de Casa. Foto em destaque com o presidente Alexandre Santos.

O programa é sucesso entre os escritores. Acolhidos, eles soltam a voz, apresentando seus trabalhos em prosas e versos, além de música.

A Revista Perto de Casa parabeniza o carismático escritor Geraldo Ferraz pelo excelente programa.

 

O MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO

O MAIOR ESPETÁCULO TEATRAL AO AR LIVRE DO SERÃO NORDESTINO

Temporada 2017

A temporada do MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO 2017 trará surpresas com novas cenas, acréscimo de cenários, incluindo novos atores e atrizes, como Emanuel Santos, Modesto Barros, Sandino Lamarca, Eriane Freitas, Juçara Queiroga e Neidinha Olímpio (Miss Serra Talhada 2017, que fará a CANGACEIRA DADÁ) e José Pimentel (que, além de dirigir, fará o CANGACEIRO CORISCO).

Há 120 anos nascia Virgolino Ferreira da Silva, que saltou pra dentro da História com o apelido de LAMPIÃO. E há 69 anos, o terrível encontro entre militares do Governo Getulista e cangaceiros liderados por Lampião e sua esposa, Maria Bonita, estes pegos de surpresa e quase sem nenhuma reação na madrugada do dia 28 de julho de 1938, na grota de Angico, em Sergipe, praticamente pôs fim à chamada Era do Cangaço. Em meio àquelas árvores retorcidas da caatinga e resultando num verdadeiro banho de sangue no sertão nordestino, 11 integrantes do afamado bando, incluindo o casal líder, foram mortos e tiveram suas cabeças decepadas. Esta tragédia verdadeira é o tema do grandioso espetáculo ao ar livre e gratuito “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, concebido a partir do até então único texto dramatúrgico escrito pelo pesquisador do Cangaço, Anildomá Willans de Souza, natural de Serra Talhada, mesma cidade onde Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, nasceu. Mas o “molho” que rege toda esta história é o perfil apresentado deste homem símbolo do Cangaço, visto por um outro viés, bem mais humano, “mostraremos ao público um Lampião apaixonado, que sente medo, afetuoso, que não era somente a guerra travada contra os coronéis e fazendeiros, contra a polícia e toda estrutura de poder, mas um homem que amava as poesias e sua gente”, revela o autor.

Numa realização da Fundação Cultural Cabras de Lampião, com patrocínio do FUNCULTURA/Secretaria de Cultura/Governo do Estado de Pernambuco e Prefeitura Municipal de Serra Talhada, além de diversas empresas locais, a montagem, que teve sua estreia em julho de 2012, com absoluto sucesso, volta a ser apresentada no município de Serra Talhada, de 26 a 30 de julho, sempre às 20h, na Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária), sob o lema “O Maior Espetáculo ao Ar Livre do Sertão Nordestino”. Com entrada franca, a expectativa é reunir

mais de cinquenta mil pessoas nos cinco dias da temporada. À frente da encenação, que conta com 50 atores e 70 figurantes, além de 40 profissionais na equipe técnica e administrativa, está um mestre de grandiosas produções teatrais ao ar livre no Estado, o diretor, ator e dramaturgo José Pimentel.

Com cenas de relances quase cinematográficos, “O MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO” reconta a vida do Rei do Cangaço, desde o desentendimento inicial de sua família com o vizinho fazendeiro, Zé Saturnino, ainda em Serra Talhada. Para evitar uma tragédia iminente, e que de fato aconteceu, seu pai, Zé Ferreira, fugiu com os filhos para Alagoas, mas acabou sendo assassinado por vingança. Revoltados e para fazer justiça com as próprias mãos, Virgolino Ferreira da Silva e seus irmãos entregaram-se ao Cangaço, movimento que deixou muito político, coronel e fazendeiro apavorado nas décadas de 1920 e 1930 no Nordeste. Temidos por uns e idolatrados por outros, os cangaceiros serviram como denunciantes das péssimas condições sociais daquela época, tanto que a honra e bravura de Lampião foram decantadas pelos poetas populares, ao mesmo tempo em que o Governo o via como uma doença que precisava ser eliminada.

Foi com a decisão do então presidente da República, Getúlio Vargas, que as tropas militares conseguiram preparar, após diversas tentativas, uma emboscada em local propício, de única entrada e saída, em Angico. Mas até sua morte, outros fatos importantes da trajetória desde homem que marcou a história do Brasil, afamado como herói e bandido, são revelados, como seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do Exército Patriótico; as demonstrações de liderança e guerrilha nas visitas aos sete estados do Nordeste; seu amor à esposa, Maria Bonita, com frases poéticas ditas à luz do luar; a festa da cabroeira dançando xaxado e coco; e até a traição de Pedro de Cândida, coiteiro que foi torturado pelos militares e acabou entregando o local de repouso dos cangaceiros em terras sergipanas (Lampião foi assassinado aos 41 anos. Maria Bonita estava com 27).

No elenco, atores da própria Serra Talhada, mas também do Recife e Olinda, além da atriz/cantora Roberta Aureliano, que interpreta Maria Bonita e é natural de Maceió, Alagoas, mas passou toda a infância em Serra Talhada. O ator e dançarino Karl Marx, de apenas 27 anos, vive o protagonista. Integrante do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, ele comemora 13 anos à frente do mesmo papel, em outras montagens. “A

responsabilidade é grande porque trata-se de uma personagem que mexe com a imaginação das pessoas, que influenciou a cultura popular sertaneja, os valores morais e até o modo de viver do nosso povo. Pra mim, que sou da terra de Lampião, que nasci e me criei ouvindo histórias sobre esses homens que escreveram nossa história com chumbo, suor e sangue, me sinto feliz e orgulhoso pela oportunidade de revelar seu lado humano, suas emoções, seus medos e todos os elementos que o transformaram nessa figura mítica. Este trabalho é mais do que um desafio profissional. É quase uma missão de vida, ainda mais quando se trata de Cangaço, tema polêmico que gera divergências, contradições e até preconceitos”.

Ambientada em cima de uma ribanceira de terra batida (mas sem ser necessária a itinerância do público e com visão privilegiada para todos), durante 1h30 a encenação acontece, contando com uma arrojada trilha sonora (que, além das vozes gravadas dos intérpretes, inclui obras de Chico Science a Amelinha, com a música Mulher nova, Bonita e Carinho, Faz o Homem Gemer Sem Sentir Dor, além de músicas do cancioneiro popular, como Mulher Rendeira; e a canção Se Eu Soubesse, na voz da atriz e cantora Roberta Aureliano, intérprete da Maria Bonita), iluminação detalhista e muitos efeitos especiais, estes últimos, assim como os cenários, assinados pelo mago da cenografia pernambucana Octávio Catanho (Tibi), parceiro de José Pimentel em todos os seus outros trabalhos.

MAIS INFORMAÇÕES:

MUSEU DO CANGAÇO / FUNDAÇÃO CULTURAL CABRAS DE LAMPIÃO

CLEONIE MARIA / ANILDOMÁ WILLANS DE SOUZA / KARL MARX

TEL: (87) 3831 3860 / (87) 99938 6035 / (87) 99918 5533 / (87) 99615 3656

E-mail: cabrasdelampiao@gmail.com

 

Na última quarta-feira, dia 12 de julho, a União Brasileira de Escritores, no programa Quartas às quatro, comandado pelo escritor Geraldo Ferraz, organizou uma tarde de gratidão ao vereador Wanderson Florêncio pela homenagem feita na Câmara dos Vereadores ao ano do sexagésimo aniversário da U B E.

O presidente Alexandre Santos fez questão de retribuir a atenção a um ano tão importante para a associação.

Sessão aberta pelo presidente Alexandre Santos, foi seguida pelo belo discurso do primeiro secretário Edson Mendes. O programa seguiu comandado por Geraldo Ferraz e associados, que prestigiaram o vereador com muita poesia e música.

 

Wanderson lendo um trecho do seu livro onde declara seu amor à cidade do Recife.

Os escritores Ademar Rodrigues, Antonia Campos, Vera Nóbrega, Taciana Valença e Colly Holanda.

Alexandre Santos, Wanderson Florêncio, Rosalia Dinelli,  Cássia Magalhães (cantando) e Paulo (UBE).

A escritora Mariluce

A escritora Antonia Campos

A jornalista e diretora Ariadne Quintella

A escritora Olívia Beltrão

O escritor Ademar Rodrigues

 

A escritora, cantora e compositora Myriam Brindeiro

Escritora e cantora Dulce Albert

 

Escritora Alzira Paiva Tavares

A escritora Taciana Valença com Paulinho Viola

Escritora Fátima Almeida

A escritora e poeta Auzeh (Auzerina Freitas)

Escritor e compositor José de Lemos

A diretora Social Taciana Valença com o escritor e coordenador do Quartas às quatro, Geraldo Ferraz

A escritora Bernadete Bruto com sua performance poética

Performance do escritor Luiz Carlos Dias

Taciana Valença, Geraldo Ferraz e Alexandre Santos

José de Lemos e Paulinho Viola

Discurso do primeiro Secretário Edson Mendes

Wanderson Florêncio e seu bate papo sobre sua vida política

Entrega da Menção de agradecimento

Geraldo Ferraz

Secretária de Wanderson, Maria Goretti Santana e seu depoimento sobre o agraciado

Taciana Valença e Geraldo Ferraz

Míriam, do Café Caramello, convidada pela diretora Social Taciana Valença para uma degustação do delicioso café.

Foi um sucesso entre os escritores.

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