awMesmo com o cenário econômico apresentando quedas no crescimento, alguns setores estão seguindo o caminho contrário e ampliando seu faturamento, como é o caso do e-commerce. O segmento está em expansão no Brasil e a expectativa é que o e-commerce cresça 20% apenas em 2015 e o Nordeste é a região com a segunda maior demanda de compras online.

Diante do número de internautas que cresce no Brasil, o mercado do e-commerce encara um futuro promissor. O ano de 2014 se encerrou com um total de R$ 35,8 bilhões faturados apenas com o comércio na internet efetuado no Brasil. Essa realidade tem refletido no sucesso do e-commerce em todo o território nacional.

Os sites de compra e venda de produtos também estão cada vez mais acessados. Um deles é o ramo de flores. No mercado, algumas empresas estão investindo em floriculturas online que oferecem comodidade, opções diversificadas e praticidade aos clientes, principalmente àqueles que querem homenagear um amigo ou familiar, mas não têm como comprar na loja o produto e entregar pessoalmente. O e-commerce tem se mostrado uma saída inovadora e promissora para muitos comerciantes e consumidores.

O faturamento é animador. De acordo com o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibaflor), em 2013, o Brasil faturou uma média de R$ 5,2 bilhões no ramo das flores. O Instituto aponta que, se a atuação das vendas da internet tiver sido mantida em equivalência ao ano de 2012, mais de 20% desse faturamento corresponde somente ao e-commerce das flores.

Há mais de um ano o Grupo Vila, empresa especializada em serviços funerários, disponibiliza para seus clientes a floricultura online com os mais variados produtos, oferecendo, também, a entrega no próprio velório. Segundo Antônio Efigênio Praxedes, coordenador da floricultura do Grupo Vila, o crescimento na procura por esse tipo de produto é perceptível. “Cada vez mais podemos ver as pessoas comprando flores online, inclusive clientes de outros estados e até de outros países”, relata Antônio. A empresa já alcançou o retorno de todo o capital investido e registra crescimento de 115% nas vendas.

As vantagens do serviço são várias para ambos os envolvidos no mercado. Por oferecer ao cliente uma compra via internet, o principal ponto forte é a comodidade, já que a pessoa não precisa sair de casa ou do trabalho para comprar o produto em uma floricultura. Também não tem que enfrentar fila – em poucos cliques o processo de compra já é efetuado – e também é apresentado a uma cartela de produtos diversificada. Segundo Efigênio, um dos diferenciais da floricultura online do Grupo Vila é a fidelidade ao produto que é mostrado online. “Fazemos os arranjos exatamente como o cliente vê no site, podendo escolher os tipos de flores que deseja”, explica o coordenador.

Mercado de e-commerce

De acordo com levantamento do Índice Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), realizado no final de 2013, mais de 100 milhões de pessoas têm acesso à internet. O ano de 2014 se encerrou com um total de R$ 35,8 bilhões faturados apenas com o comércio na internet efetuado no Brasil, com um percentual de crescimento de 24% em relação a 2013. O número reflete a grande quantidade de internautas residentes no país: o Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial de maior número de pessoas com acesso à internet.

Somente no primeiro semestre de 2014, o comércio na internet ganhou 5,06 milhões de novos consumidores, de acordo com dados da 30ª edição do Webshoppers. Os sites de compra e venda de produtos também estão cada vez mais acessados. Segundo dados da Hitwise, ferramenta da Serasa Experian especializada em monitoramento digital, os sites de e-commerce ficaram em 5º lugar entre os mais acessados pelos brasileiros em 2014.

Em 2013, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a E-Commerce Brasil, realizou a Primeira Pesquisa Nacional do Varejo Online. O objetivo do estudo foi o de mensurar como se deu a dinâmica e o surgimento de empresas do ramo em todo o país. Os resultados são chamativos: uma em cada três empresas operam exclusivamente online. O trabalho também mostra que o comércio eletrônico é operacionalizado pelas mãos de poucas pessoas – sete é a média de colaboradores que trabalham diretamente com esse trabalho nas instituições consultadas.

Das empresas que participaram da pesquisa, 41% foram criadas entre 2013 e 2014, mostrando surgimento em massa de organizações que lidam com o e-commerce. Os pedidos realizados online encontram-se numa média de 137 ao mês. No entanto, 18% das empresas entrevistadas afirmam receber mais de mil pedidos no período de 30 dias.

Tal crescimento tem modificado diversos setores administrativos das instituições, inclusive na forma de interação com a clientela. De acordo com a Pesquisa, os modos de se pedir um produto têm se tornado mais acessíveis e práticos. Apesar de o e-mail ainda ser o canal mais utilizado para atendimento ao cliente, as mídias sociais têm se destacado nessa área. A pesquisa indica que a ferramenta corresponde a 71,5% dos canais de atendimento adotados pelos clientes, sendo 18% o percentual de empresas que usam o aplicativo de celular “Whatsapp” para fazer esse contato.

Mesmo com o cenário econômico apresentando quedas no crescimento, alguns setores estão seguindo o caminho contrário e ampliando seu faturamento, como é o caso do e-commerce. O segmento está em expansão no Brasil e a expectativa é que o e-commerce cresça 20% apenas em 2015 e o Nordeste é a região com a segunda maior demanda de compras online.

Diante do número de internautas que cresce no Brasil, o mercado do e-commerce encara um futuro promissor. O ano de 2014 se encerrou com um total de R$ 35,8 bilhões faturados apenas com o comércio na internet efetuado no Brasil. Essa realidade tem refletido no sucesso do e-commerce em todo o território nacional.

Os sites de compra e venda de produtos também estão cada vez mais acessados. Um deles é o ramo de flores. No mercado, algumas empresas estão investindo em floriculturas online que oferecem comodidade, opções diversificadas e praticidade aos clientes, principalmente àqueles que querem homenagear um amigo ou familiar, mas não têm como comprar na loja o produto e entregar pessoalmente. O e-commerce tem se mostrado uma saída inovadora e promissora para muitos comerciantes e consumidores.

O faturamento é animador. De acordo com o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibaflor), em 2013, o Brasil faturou uma média de R$ 5,2 bilhões no ramo das flores. O Instituto aponta que, se a atuação das vendas da internet tiver sido mantida em equivalência ao ano de 2012, mais de 20% desse faturamento corresponde somente ao e-commerce das flores.

Há mais de um ano o Grupo Vila, empresa especializada em serviços funerários, disponibiliza para seus clientes a floricultura online com os mais variados produtos, oferecendo, também, a entrega no próprio velório. Segundo Antônio Efigênio Praxedes, coordenador da floricultura do Grupo Vila, o crescimento na procura por esse tipo de produto é perceptível. “Cada vez mais podemos ver as pessoas comprando flores online, inclusive clientes de outros estados e até de outros países”, relata Antônio. A empresa já alcançou o retorno de todo o capital investido e registra crescimento de 115% nas vendas.

As vantagens do serviço são várias para ambos os envolvidos no mercado. Por oferecer ao cliente uma compra via internet, o principal ponto forte é a comodidade, já que a pessoa não precisa sair de casa ou do trabalho para comprar o produto em uma floricultura. Também não tem que enfrentar fila – em poucos cliques o processo de compra já é efetuado – e também é apresentado a uma cartela de produtos diversificada. Segundo Efigênio, um dos diferenciais da floricultura online do Grupo Vila é a fidelidade ao produto que é mostrado online. “Fazemos os arranjos exatamente como o cliente vê no site, podendo escolher os tipos de flores que deseja”, explica o coordenador.

Mercado de e-commerce

De acordo com levantamento do Índice Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), realizado no final de 2013, mais de 100 milhões de pessoas têm acesso à internet. O ano de 2014 se encerrou com um total de R$ 35,8 bilhões faturados apenas com o comércio na internet efetuado no Brasil, com um percentual de crescimento de 24% em relação a 2013. O número reflete a grande quantidade de internautas residentes no país: o Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial de maior número de pessoas com acesso à internet.

Somente no primeiro semestre de 2014, o comércio na internet ganhou 5,06 milhões de novos consumidores, de acordo com dados da 30ª edição do Webshoppers. Os sites de compra e venda de produtos também estão cada vez mais acessados. Segundo dados da Hitwise, ferramenta da Serasa Experian especializada em monitoramento digital, os sites de e-commerce ficaram em 5º lugar entre os mais acessados pelos brasileiros em 2014.

Em 2013, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a E-Commerce Brasil, realizou a Primeira Pesquisa Nacional do Varejo Online. O objetivo do estudo foi o de mensurar como se deu a dinâmica e o surgimento de empresas do ramo em todo o país. Os resultados são chamativos: uma em cada três empresas operam exclusivamente online. O trabalho também mostra que o comércio eletrônico é operacionalizado pelas mãos de poucas pessoas – sete é a média de colaboradores que trabalham diretamente com esse trabalho nas instituições consultadas.

Das empresas que participaram da pesquisa, 41% foram criadas entre 2013 e 2014, mostrando surgimento em massa de organizações que lidam com o e-commerce. Os pedidos realizados online encontram-se numa média de 137 ao mês. No entanto, 18% das empresas entrevistadas afirmam receber mais de mil pedidos no período de 30 dias.

Tal crescimento tem modificado diversos setores administrativos das instituições, inclusive na forma de interação com a clientela. De acordo com a Pesquisa, os modos de se pedir um produto têm se tornado mais acessíveis e práticos. Apesar de o e-mail ainda ser o canal mais utilizado para atendimento ao cliente, as mídias sociais têm se destacado nessa área. A pesquisa indica que a ferramenta corresponde a 71,5% dos canais de atendimento adotados pelos clientes, sendo 18% o percentual de empresas que usam o aplicativo de celular “Whatsapp” para fazer esse contato.

Deixe uma resposta

BLOGS PARCEIROS
Blog de 1 a 10
Recanto das Letras
Blog Olhares Blog Escritaci