ENCARCERADO (1)

Zanza tonto em torno de si mesmo

Numa brecha d’esperança, sonha,

Destilando agonias submundanas –

Desperta ensopado de suor

Secos os olhos que já não choram

Do tanto que derramada foi a vida

Há um lá fora que não mais o pertence,

E sob o teto de rancorosas e inquietas almas

Busca rota de fuga de si mesmo

E desaba no vazio da impotência do existir

(Taciana Valença)

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