Inauguração da Galeria de Pequenos Formatos pELigro amplia espaço no Recife para exposições de pequeno porte.
Um formato compacto para as grandes idéias em arte. Com essa proposta, Recife ganha mais um espaço para exposições, a Galeria de Pequenos Formatos pELigro. O espaço é mais um projeto do espaço Peligro, que reúne artistas de áreas diversas em uma casa no bairro de Casa Forte.

A inauguração será no próximo sábado (18), a partir das 15h. Um dos idealizadores da pELigro, Luiz Santos aponta a necessidade do espaço, que tem 19 metros quadrados, para a rede de exposições culturais na cidade. “Há um público no Recife que produz suas obras para pequenos formatos e criamos a galeria com o intuito de preencher esse espaço.

Não que as grandes galerias não atendam esta demanda, mas para nós é um desafio pensar e estruturar uma mostra para um formato diferenciado.” Todas as exposições serão montadas pela Art.Monta Design, que tem à frente Eduardo Souza, integrante da pELigro.

Para a inauguração, a exposição Dossiê foi elaborada por Eduardo Souza, Fernando Augusto, Luiz Santos, Maurício Castro e Jerri Feitosa, que irão expor suas obras em nanquim, fotografia, objetos e desenhos.

As visitas à Galeria acontecem às terças, quartas e quintas, por agendamento, de 18 de dezembro a 21 de janeiro. Luiz traz para a exposição alguns objetos que foram resultado de seus devaneios de “retratista contemporâneo”, como ele mesmo se define, em sua recente viagem à China.

A série Olho puxado na China reúne peças que associam fotografia e indústria de utilitários. Em uma das mostras, Para além da complacência quem amaria Quasimodo?, Eduardo Souza elaborou um grande painel do teto ao chão com 30 desenhos emoldurados, nos quais tece retratos da humanidade consumida em um jogo de sufocação da vida em seus próprios corpos e almas. Fernando Augusto trabalhou a série Território Expandido a partir de vistas de plantas de habitações, impregnados de informações afetivas e pessoais sobre o território simbólico do artista. Cada um tem sua carga emocional e funcional acentuadas pela sobreposição de fotografias, recados, passagens aéreas, de transporte e fluxos cotidianos.

Objetos quase invisíveis é a proposta que Maurício Castro propõe ao público, ao expor objetos quase invisíveis a partir de peças feitas de ferro pintado que são como desenhos tridimensionais que flutuam no espaço da mostra. Jerri Feitosa parte da memória e simbolismo emocional que permeia os objetos em desuso, como lâmpadas queimadas, impressoras quebradas e antigos ventiladores para criar seis esculturas, reinventadas e transformadas em peças únicas.

Serviço: Abertura da Galeria pELigro de Pequenos Formatos

Sábado (18), a partir das 15h
Rua Dona Ada Vieira, 112, Casa Forte, Recife.
Contato:Luiz Santos: 8886-9961 / 3269-0822

tudonopeligro@gmail.com

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