Eles chegam de toda parte. Passam por você de repente, vindos da direita, da esquerda, se espremendo entre os carros, batendo nos retrovisores (já troquei mais de uma vez por conta disso) e fazendo manobras muito arriscadas entre os carros. O problema é que isso acaba desviando a atenção dos que estão ao volante. Hoje em dia eu me preocupo mais com eles do que com os carros,  por que passam tão azougados na minha frente que acabo me distraindo no sentido da atenção que tenho que dar para não bater neles, nem eles em mim. Se baterem no carro vão embora, deixando você com cara de idiota, mas se o carro bater neles é um Deus nos acuda. Junta um “mói” de gente para defender o motoqueiro, tendo ele razão ou não.

É bem sabido que por lei, as motos devem ocupar os lugares como se fossem carros, ou seja, ficar na sua faixa. Mas isso é praticamente impossível de acontecer, eles andam como loucos, não respeitam nada e a impressão que dá é que usam suas motos para fazerem roleta russa todos os dias.

Um dia desses uma médica estava comentando comigo que ao comprar uma moto deveriam ganhar um atestado de óbito junto.

A facilidade dessa mobilidade sem a menor responsabilidade está deixando o trânsito uma loucura.

Não tenho nada contra motos, desde que seja usada com responsabilidade é um meio de transporte rápido, prático e econômico, mas se continuar do jeito que está vão causar ainda muitos problemas, mortes e acidentes.

EDUCAÇÃO É TUDO.

(Taciana Valença)

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