A LIVRO DE CARRERO

 

Muitas metáforas e esse jeito tão Carrero de escrever.

O requinte e a sofisticação, características do seu brilhantismo. O livro, que fala do autor de uma maneira realista, excêntrica e através de divagações que nos carregam entre ruas, pontes e rios, até que nos puxam pelas mãos, trazendo-nos para junto do sofrimento que amargou seus dias pós AVC, prende, do início ao fim, num só fôlego.

Uma habilidade de gênio, nas idas e vindas dum tempo que, para ele, pareceu- me único. Uma linha de vida onde brinca seriamente no vai e vem dos acontecimentos da sua vida. Registrando momentos, pontuando felicidades e sofrimentos.

Um livro sem fim, cujas cenas seguintes seguirão na linha do tempo desse genial escritor.

Para cada tipo de santo, um milagre, não por excesso de vaidade, mas pelo gosto do santo.

Parabéns Raimundo Carrero, por mais uma pérola.

Que as palavras sempre te salvem, pois a literatura agradece.

Grande abraço.

Taciana Valença.

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