Os trocadilhos do jornalista Silvino Lopes eram famosos. Um deles, contado por Andrade Lima Filho:

Estava Silvino redigindo, à mão, avesso à máquina que era, sua crônica diária, O Boa Tarde, na redação do Jornal do Commércio.

Sobre a mesa, uma estatueta de Eça de Queiroz, um dos seus ídolos. De repente, o contínuo, que fazia a limpeza, pára, de espanador em punho, diante da estatueta, e indaga:

– Seu Silvino, que é esse?

– Não é Esse, É Eça.

E o contínuo:

– Quem diria, hem?

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